Materialidade não é lista de boas intenções
Como escolher os temas que de fato pesam no negócio, e por que essa escolha define todo o resto do trabalho.
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Sustentabilidade · ESG · Gestão de riscos
Dados socioambientais estruturados viram crédito, contrato e margem. No agronegócio, na saúde e no setor financeiro.
Sobre a Aurica
Somos uma startup brasileira que desenvolve soluções digitais, consultorias e treinamentos para impulsionar a gestão socioambiental no agronegócio, na saúde e no setor financeiro.
Combinamos dados, tecnologia e conhecimento técnico para transformar riscos em oportunidades e simplificar o que o mercado exige: indicadores confiáveis, rastreáveis e comparáveis.
Nossas soluções
O método é o mesmo em qualquer setor: medir, comprovar e comunicar. O que muda é o que cada mercado cobra. No agronegócio, muda também o tamanho da cadeia, que pede tecnologia própria dentro da operação.
Traduzimos a realidade da operação para a linguagem que bancos, compradores e reguladores esperam.
Programas continuados sobre legislação ambiental, rastreabilidade e conformidade, ajustados ao público de cada operação.
Temas mais pedidos
Conteúdo ajustado ao público de cada operação, da diretoria à equipe de campo.
No agronegócio, a cadeia é longa e o dado nasce longe do escritório. Por isso desenvolvemos sistema online e aplicativo de campo próprios, com rastreabilidade de ponta a ponta.


Por que isso importa
Gestão socioambiental bem feita abre crédito, qualifica o acesso a novos mercados e reduz risco na operação.
Setores
Em todo setor a pergunta é a mesma: provar como a organização gerencia seus impactos. O que muda é quem cobra a resposta, o comprador, o regulador, o investidor ou o paciente, e é isso que define o desenho de cada projeto.
Cadeias longas e exigência de origem fazem a prova depender de milhares de fornecedores. Por isso aqui a gestão passa por uma plataforma própria, dentro da operação.
Ver o setor →Resíduos, energia e cadeia de suprimentos sob o olhar de pacientes, operadoras e órgãos reguladores.
Ver o setor →Emissões financiadas, risco climático de carteira e cobrança crescente de investidores e do regulador.
Ver o setor →Nosso trabalho
Uma seleção dos projetos já entregues. Cada escopo é desenhado caso a caso, combinando as três frentes de trabalho.
O tema deixou de ser pauta de reputação e passou a pesar no resultado.
em crédito disponibilizado no Brasil para produtores rurais.
Climate Bonds Initiativedas agroindústrias relatam mais receita e menos custo com ESG.
New York Universityde aumento em margem e ROA ao melhorar temas materiais.
The Accounting Reviewdo faturamento é o risco de multa para quem exporta à UE.
União EuropeiaPodemos detalhar o escopo de qualquer um desses trabalhos.
Tecnologia
Em operação em indústrias da cadeia do leite, do campo à fábrica.
Do formulário de campo ao mapa de conformidade, em um só painel.
Ordens, recintos, prazos e prioridades antes do turno começar.
Execução acompanhada tanque a tanque, com aderência à receita.
Lote finalizado e histórico disponível para auditoria.
Quem caminha com a gente
Clientes e parceiros




Redes e ecossistemas de inovação





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Setor · Agronegócio
Tecnologia, dados e conhecimento técnico para simplificar a gestão de risco socioambiental da cadeia agroindustrial.
O contexto
A exigência deixou de parar na porta da indústria. Ela desce até a propriedade e precisa voltar em forma de dado, com data, responsável e evidência.
O que entregamos ao agro
GRI, matriz de materialidade e inventário de emissões.
Oficinas e programas continuados para equipes técnicas e produtores.
Monitoramento de fornecedores, rotas de coleta e formulários de campo.
Programação, formulação e conformidade por lote na planta industrial.
Atendemos cooperativas, associações, indústrias e produtores.
Tecnologia
Em operação em indústrias da cadeia do leite, do campo à fábrica.
Do formulário de campo ao mapa de conformidade, em um só painel.
Ordens, recintos, prazos e prioridades antes do turno começar.
Execução acompanhada tanque a tanque, com aderência à receita.
Lote finalizado e histórico disponível para auditoria.
Nosso trabalho no agro
Uma seleção dos projetos já entregues na cadeia agroindustrial.
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Setor · Saúde
Resíduos, energia, água, cadeia de suprimentos e relações de trabalho, estruturados em um relatório com padrão de mercado.
O contexto
O impacto socioambiental de um serviço de saúde está em tudo o que sustenta o cuidado: resíduo, energia, água, compras e relações de trabalho. É aí que a cobrança chega.
O que entregamos à saúde
Os temas que de fato pesam na sua operação e para os seus públicos.
Temas materiais, coleta de indicadores, redação e diagramação.
Escopos 1, 2 e 3, com base no GHG Protocol.
Gestão socioambiental aplicada à rotina assistencial e administrativa.
Atendemos hospitais, clínicas, redes assistenciais e operadoras.
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Setor · Financeiro
Inventário de gases de efeito estufa e estruturação da gestão de risco climático, com base no GHG Protocol.
O contexto
A exposição de uma carteira não está apenas no balanço do cliente. Ela está na terra, no clima e na cadeia que sustentam aquele negócio, e precisa ser medida como qualquer outro risco.
O que entregamos ao setor financeiro
Limites organizacionais e operacionais, coleta e cálculo das emissões.
Estruturação do processo e dos indicadores de acompanhamento.
Comunicação do desempenho em padrão reconhecido.
Times de risco e de crédito preparados para a agenda climática.
Atendemos bancos, cooperativas de crédito, gestoras e fintechs.
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Conteúdos
O que aprendemos na prática: como estruturar indicadores, o que cada padrão exige e o que muda na operação de quem precisa comprovar desempenho.
Como escolher os temas que de fato pesam no negócio, e por que essa escolha define todo o resto do trabalho.
Ler o artigo →Nenhum conteúdo nesse tema por enquanto.
Da planilha dispersa ao relatório em padrão GRI, sem parar a operação do hospital.
Ler →Limites organizacionais, operacionais e as perguntas que definem o tamanho do trabalho.
Ler →O que precisa ser registrado para que a informação sobreviva a uma auditoria.
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Como escolher os temas que de fato pesam no negócio, e por que essa escolha define todo o resto do trabalho.
Texto em versão preliminar
Muita organização começa um relatório pela planilha. Levanta tudo o que consegue medir, descobre que são dezenas de indicadores e só então pergunta o que vale a pena publicar. A ordem invertida custa caro: meses de coleta para informação que ninguém vai cobrar.
Materialidade é o passo que define onde a operação deve gastar esforço. Ela separa o que é relevante para o negócio e para quem cobra dele daquilo que apenas é fácil de medir.
Um tema é material quando passa em duas perguntas ao mesmo tempo. A primeira é se ele afeta o resultado, o risco ou a licença para operar. A segunda é se alguém de fora, comprador, regulador, investidor ou comunidade, vai pedir conta dele.
Tema que responde sim só à segunda vira relatório bonito e inútil. Tema que responde sim só à primeira costuma já estar sendo gerido, e não precisa de projeto novo.
O resultado não é um gráfico. É uma lista curta de temas, cada um com indicador definido, responsável, periodicidade e a evidência que comprova o número.
Com isso pronto, o relatório deixa de ser um exercício anual de redação e vira a saída natural de um processo que já roda.
Quer discutir como isso se aplica à sua operação?
Falar com um especialistaDa planilha dispersa ao relatório em padrão GRI, sem parar a operação do hospital.
Texto em versão preliminar
Em quase todo serviço de saúde a informação necessária já é gerada. Resíduo tem manifesto, energia tem fatura, compras tem contrato e segurança do trabalho tem registro. O problema raramente é ausência de dado, é dado em cinco áreas diferentes, em formatos que não conversam.
O primeiro movimento é mapear onde cada número nasce e quem responde por ele, antes de pedir qualquer planilha nova.
Resíduo de serviço de saúde, efluentes, consumo de água e energia e relações de trabalho concentram a maior parte do impacto e são os temas que operadoras, acreditadoras e financiadores perguntam primeiro.
Um escopo inicial bem delimitado produz um relatório defensável em um ciclo. Escopo amplo demais costuma produzir um relatório atrasado.
Adotar GRI não é questão de prestígio. É o que permite que o seu número seja comparado com o de outra organização, e é isso que dá valor ao esforço.
A partir do segundo ciclo, o ganho aparece: a coleta vira rotina e o relatório deixa de ser um projeto.
Quer discutir como isso se aplica à sua operação?
Falar com um especialistaLimites organizacionais, operacionais e as perguntas que definem o tamanho do trabalho.
Texto em versão preliminar
Antes de calcular qualquer emissão é preciso responder o que é a organização para efeito do inventário. Entram todas as controladas? E as coligadas? E os imóveis alugados? Essa decisão, o limite organizacional, muda o resultado mais que qualquer fator de emissão.
Trocar o critério no meio do caminho inviabiliza comparação entre anos, que é justamente para o que o inventário serve.
Escopo 1 é o que a organização queima ou emite diretamente. Escopo 2 é a energia que ela compra. Escopo 3 é todo o resto da cadeia, de fornecedores a uso do produto.
No setor financeiro, o escopo 3 carrega as emissões financiadas, ligadas à carteira de crédito e investimento. É quase sempre a parte maior e a mais difícil de levantar.
A conta em si é a parte simples. O esforço real está em conseguir dado consistente, com fonte identificada e verificável.
Por isso o inventário costuma revelar problemas de processo antes de revelar emissões.
Quer discutir como isso se aplica à sua operação?
Falar com um especialistaO que precisa ser registrado para que a informação sobreviva a uma auditoria.
Texto em versão preliminar
Entre a propriedade e o produto final há coleta, transporte, recepção, processamento e expedição. Cada etapa gera informação, e boa parte dela ainda vive em caderno, mensagem de aplicativo ou na cabeça de quem roda a operação.
Quando um comprador pede a origem de um lote, essa memória precisa existir em algum lugar consultável.
Três atributos separam um registro útil de uma anotação: data e hora, responsável identificado e evidência anexada. Sem os três, o dado não sustenta questionamento.
Vale também registrar a ausência. Saber que uma medição não foi feita, e por quê, vale mais do que um campo preenchido por estimativa.
O limite prático é a rotina do produtor e do técnico de campo. Formulário longo demais não é preenchido, e dado que não é preenchido não existe.
A rastreabilidade que funciona é a que cabe na visita que já acontece.
Quer discutir como isso se aplica à sua operação?
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